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Sintomas do Estresse As pessoas podem apresentar sintomas relacionados ao estresse de forma diferenciada, pois a vulnerabilidade psicológica varia, de acordo com a estrutura psíquica de cada indivíduo. Além disso, segundo Jack Barchas, neuroquímico da Universidade de Stanford, “há um constante entrelaçamento dos sintomas de estresse. É como se fosse uma sinfonia de diferentes instrumentos musicais, tocando, porém a mesma música”. O papel do estresse em doenças clínicas, muitas vezes, não é claro. Muitos sintomas, da dor de cabeça às palpitações, podem ser relacionados ao estresse, a uma doença física ou, freqüentemente a uma combinação de ambos. Da mesma forma, algumas vezes, um sintoma que surge num momento de grande estresse, como uma dor abdominal, pode eventualmente progredir para uma úlcera ou uma colite. Estudos científicos indicam que as pessoas adoecem com mais freqüência quando estão estressadas. No caso de uma separação ou perda de emprego por exemplo, baixam as defesas de imunidade do indivíduo e ele pode, mais facilmente, contrair doenças. Sabe-se que sete segundos após perceber a causa o indivíduo automaticamente se prepara para reagir fisicamente à situação: a pressão sobe, o coração pulsa mais rápido, a respiração se torna mais pesada e rápida, os músculos se contraem e as mãos e pés se tornam frios e suados. Estas são, no entanto, naturais reações físicas que ocorrem espontaneamente. Porém, se forem mantidas por períodos prolongados ou freqüentes, o estresse tenderá a se tornar crônico e o indivíduo pagará um preço bastante alto por essa adaptação biológica natural: pressão alta, derrame, infarto, enxaqueca, insônia e depressão são alguns dos problemas mais comuns que atualmente decorrem de seu nível de estresse. Geralmente, os sintomas são um sinal de alerta para que a pessoa concentre sua energia para restabelecer o equilíbrio entre a mente e o corpo. Por esta razão, estar atento aos possíveis sintomas de estresse é uma atitude saudável e preventiva para todos aqueles que no atual contexto do mundo moderno estão sujeitos a situações estressantes. Entre os principais sintomas do estresse, destacam-se: sinais de cansaço, tristeza, dor de cabeça, grande agitação, constantes crises de tensão e angústia; diminuição da produtividade, isolamento, mau humor, medo, colite, sudorese intensa, irritação, incapacidade de domínio sobre as emoções, etc... Em síntese, o estresse realmente existe e afeta sua vida, por isto fique atento aos sintomas, as reações orgânicas e psíquicas que anunciam problemas físicos e emocionais.
Escrito por Roda da Vida às 18h40
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A magia das palavras 1. Você se lembra do dia em que começou o namoro? 2. O amor é sempre a três: é o homem, a mulher e a palavra. 3. A palavra não é luxo do ser humano, é o que o torna humano. 4. O que faz o casamento é a palavra, os corpos fazem sexo. 5. Não basta amar, é preciso falar. 6. Uma relação termina quando acabam as palavras. 7. O amor não basta para desatar os nós, é preciso à magia das palavras. 8. Problemas se resolvem, angústia se dissolve, em palavras. 9. A palavra pertence a quem escuta. 10. O Silêncio também pode ser amoroso.
Escrito por Roda da Vida às 14h00
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TRISTEZA OU DEPRESSÃO? (*) Katia Horpaczky A Tristeza é uma emoção natural decorrente de uma perda ou mesmo de uma decepção. Ela também pode prover de um fracasso, um luto ou até mesmo de uma mudança de casa ou de trabalho, qualquer situação que desperte em nós o sentimento de não ser amado. As variações da tristeza são: nostalgia, desencorajamento, consternação e desespero. O infortúnio é provocado pela necessidade de submissão a um constrangimento inelutável, muito semelhante à reação ao luto, uma vez que nada pode ser mudado neste caso. Impotentes diante da adversidade, o único recurso que nos resta é chorar, ficar com o coração apertado. O desejo de “não existir mais” é comum em um momento como este. É preciso destacar, no entanto, que tristeza não é o mesmo que depressão, já que esta última marca o fracasso do luto, enquanto a tristeza é uma etapa que assinala o fim do luto. Observe que a tristeza permite, ao mesmo tempo, que a pessoa progrida em direção à aceitação da realidade, bem como reencontrar-se para que possa reconstruir sua própria identidade. Neste momento, o indivíduo dirige sua energia para seu interior, valendo permitir-se ser egoísta, ou melhor, egotista, já que se preocupar com ele mesmo e suas necessidades faz parte do processo. É preciso deixar os outros se divertirem, não procure segui-los. Talvez esse não seja o momento para você se expor muito, uma vez que há uma etapa de repouso necessária à reconstrução. Um período de tristeza é justamente um momento de desinvestimento no exterior e de investimento em si mesmo. Nesta hora, o mais eficaz é encontrar uma pessoa querida e de confiança para chorar em seus braços e receber o que ela tenha a lhe oferecer. Isto é importante para a pessoa sentir-se compreendida em seu sofrimento e amparada. O reconhecimento e a aceitação evitam, por sua vez, que o indivíduo se desvalorize ou volte-se contra suas emoções. Desta forma, apesar do natural “cansaço” que uma tristeza naturalmente gere, você tende a se sentir mais consolado do que vazio, mais protegido, menos vulnerável, mais preparado para lidar com suas emoções. E lembre-se: até mesmo a tristeza profunda está sujeita ao raio de um luminoso riso. Depressão Branca: a depressão silenciosa Paradoxalmente, uma verdadeira depressão pode passar despercebida. O sentimento de desespero pode se dissimular sob um sintoma físico, pela absorção pelo trabalho ou dependência conjugal. Neste caso, a depressão vem e se instala, tornando-se parte integrante do nosso ser. Não a vemos nem a sentimos, mas ela está lá. É a chamada “depressão branca”, em oposição à depressão “barulhenta”, chamada ainda de “depressão nervosa” na linguagem comum. Como reconhecê-la? Fisicamente, o rosto fica pouco expressivo, deserto de emoções tanto positivas como negativas. Além disto, este tipo de depressão bloqueia todo tipo de relações. Seu pensamento é chamado operatório, ou seja, concreto e sobretudo útil, pois pode-se ficar absorvido nas tarefas intelectuais mais complexas, resolvê-las, mas não se é levado pelo sonho, pela criatividade. O imaginário fica estagnado, opaco. Assim, as atividades são executadas mecanicamente, sem grande motivação e empenho. O Diagnóstico da Depressão Segundo o DSM IV (Manuel diagnostique et statistique des troubles mentaux), é necessário pelo menos apresentar cinco sintomas dos citados na seqüência - quase todos no mínimo por duas semanas - para a depressão ser diagnosticada: Humor triste, depressivo, que persiste durante todo o dia, por muitos dias; Perda de apetite, bulimia ou modificação significativa do peso; Insônia ou excesso de sono, despertares noturnos ou precoces; Agitação ou lentidão psicomotora; Perda de interesse ou de prazer pelas atividades habituais, além de baixa atividade sexual; Perda de energia, fadiga; Sentimento de indignidade, auto-acusação, culpabilidade excessiva e/ou desapropriada, pessimismo, tendência a ver tudo negativamente, desvalorização; Diminuição da aptidão para pensar ou se concentrar; Pensamentos de morte, idéias suicidas. O Beneficio da Depressão: evitar a cólera Quando a expressão do ressentimento, da raiva ou mesmo da cólera é muito ameaçadora, os sentimentos agressivos se voltam contra a pessoa. De fato, se o depressivo não tem mais energia, ele a utiliza contra si próprio, mobilizando–se com o intuito de reprimir as emoções indesejáveis, tais como raiva, frustração, dor, decepção, entre outros. A pessoa teme dar vazão à raiva, destruir tudo e ter de arcar com as conseqüências de sua “explosão”. Na depressão “barulhenta”, o sofrimento se faz através de acusação: “Está vendo como você me faz mal”. Depressões Sazonais e de Aniversários As depressões sazonais ou de aniversários podem ter causas psíquicas. São reações anuais a lutos não resolvidos. Geralmente os sentimentos experimentados não são reativos a nenhum acontecimento de hoje, mas são elásticos de emoções não resolvidas no passado. Na verdade, as causas da depressão geralmente devem ser buscadas no passado, seja qual for a idade em que elas explodem. Ninguém fica com depressão porque o chefe é muito severo, porque a namorada ou o namorado nos deixou, porque perdemos o emprego ou porque nos divorciamos. As separações, perdas, estresse, por mais dolorosos que possam ser, só desencadeiam uma depressão se a pessoa já possui um terreno fértil depressivo, o que remete a uma falha profunda na auto-estima. Todos nós vivemos momentos de depressão, reativos ou não a um acontecimento particular. A depressão é mais do que um tempo de aborrecimento, é um estado que se instala e que pode durar meses ou anos. De maneira geral, a cura da depressão passa pela redescoberta de suas emoções profundas, da compreensão da origem do estar contra si mesmo, dos afetos dolorosos da infância, da restauração da auto-estima e do aprendizado da expressão da cólera. Curiosidade A raiz latina, strig, remete à idéia de apertar e districtus, apertado por todo lado. No latim vulgar, Districtum deu lugar à districtia, que significa estreiteza. Daí chegou-se à tristeza. No francês antigo, a palavra significava ao mesmo tempo passagem estreita, senso moral, severidade e constrangimento judiciário. Depois a expressão adquiriu o sentido de situação desesperada. |
(*) Katia Horpaczky Psicóloga clinica CRP 06-41.454-3 Tel: 11 5573-6979 katia@rodadavida.com.br www.rodadavida.com.br
Escrito por Roda da Vida às 14h47
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AFIRMAÇÕES POSITIVAS PARA 2012Veja como usá-las e atrair sucesso no ano novo! As afirmações positivas podem operar mudanças maravilhosas em sua vida neste novo ano. Para isso, certifique-se de que você realmente acredita que merece essas transformações e entenda que escrever ou dizer repetidas vezes algumas frases não basta para que elas funcionem. É preciso conscientizar-se de que você, somente você, tem poder sobre sua vida a ponto de fazê-la mudar para melhor. Uma forma eficiente de manter suas afirmações sempre em dia é anotando-as num caderno ou mesmo em cartões que devem ser deixados sempre à vista, para que você os leia em voz alta. Lembre-se de manter suas afirmações no tempo presente, como se os seus desejos já estivessem acontecendo. Essa postura já modifica o seu pensamento e até mesmo o seu entendimento daquilo que tanto almeja, trazendo para a realidade do aqui e agora. COMO USAR AS AFIRMAÇÕES POSITIVASComece escrevendo ou falando "Em 2012", seguido das frases que você considera mais urgentes. Outra possibilidade é criar as suas próprias afirmações. Siga o modelo e respeite o tempo verbal para que elas provoquem mudanças no tempo adequado. Se você afirmar "No futuro eu serei rico(a)", a frase é apenas uma hipótese, um acontecimento que pode virar realidade no futuro, não agora. Por outro lado, a frase "Eu sou rico(a) hoje e sempre" mostra que sua postura mental está relacionada com a ideia de riqueza, no momento em que profere ou escreve essa afirmação. São as pequenas regras que garantem o seu sucesso. Anote suas afirmações e deixe-as sempre perto de você. A frequência com que as repete é que lhe farão perceber as transformações. Muito sucesso e um feliz 2011! AMORO amor faz milagres em minha vida Sou verdadeiramente feliz ao lado da pessoa que amo Meu coração irradia amor e paz Eu me sinto amado(a) e protegido(a) a cada minuto Eu atraio cada vez mais felicidade e amor A minha vida amorosa é verdadeira e inabalável É seguro demonstrar e receber amor todos os dias AUTOESTIMATodos os meus desejos se realizam Tenho todas as condições para demonstrar que sou feliz Minha rotina é sempre próspera É maravilhoso ser quem sou Aproveito cada minuto com alegria e sabedoria Consigo realizar tudo o que desejo Eu me amo de verdade Tenho o poder de realizar os meus desejos Meu corpo se torna cada vez mais saudável Eu agradeço por receber tantas maravilhas diariamente TRABALHO E DINHEIROO meu trabalho é o melhor trabalho do mundo O dinheiro que gasto retorna em maior quantia A serenidade toma conta das minhas tarefas O sucesso financeiro é uma realidade para mim A sabedoria toma conta dos meus negócios Sou criativo e poderoso em tudo o que faço Eu mereço e conquisto sucesso profissional Eu sou a criatividade em pessoa A minha relação com o dinheiro é saudável FAMÍLIA E AMIGOSEu atraio pessoas alegres e verdadeiras Minha família é sempre unida e presente Tenho pessoas maravilhosas ao meu redor Conquisto amizades autênticas com facilidade As pessoas que eu amo estão sempre perto de mim Meus amigos são verdadeiros anjos em minha vida Eu sou extremamente amigo(a) e sou reconhecido(a) por isso
Escrito por Roda da Vida às 12h25
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NÃO VOU LHE DESEJAR UM FELIZ ANO NOVO. |
Não vou desejar que nesse ano encontre paz e felicidade permanentes. Não vou desejar que supere todas as suas metas e vença todos os desafios, encontre alegria no amor, fique rico e seja sempre a pessoa mais linda e simpática do planeta (mas vou desejar saúde. Porque com saúde não se brinca). |  |
 | Não vou desejar que 2012 seja o melhor ano de todos os anos de sua vida. 365 dias é muito pouco para todas as conquistas, todos os desafios e tudo o mais que deseja fazer, ser e ter.
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| Esse ano, quero desejar outra coisa. Desejo que se lembre de todas as conquistas que teve. Que olhe para trás e veja tudo o que foi aprendido, se lembre de todas as pessoas que apoiaram e quem você foi em todas essas situações. Que determine a vida que quer levar. De repente não é a que está levando agora, a que seus pais querem que leve. Ou seu amor. Ou seus amigos. Ou sua comunidade. Pare e pense na vida que você quer ter. |  |
| Sim, um ano inteiro é muito pouco para tantos desejos. Então, vamos lá. Procure dentro de você a força que precisa. Suspire fundo. Comece. Agora. Sua vida está esperando. Feliz vida para você. |  |
Escrito por Roda da Vida às 19h13
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Eu Adoro o Natal (*) Katia Horpaczky Natal é tempo de celebração e alegria. Mas, dependendo do que lhe aconteceu no ano que passou, pode ser também um momento difícil de encarar. E antes que algum sentimento negativo ou a culpa tomem seu coração por conta disto, saiba que você tem liberdade para celebrar seu Natal da maneira que lhe faça mais feliz. Ou até mesmo não celebrar, se for o caso. Neste Natal, descubra como celebrar a data de modo que seu coração fique pleno de amor e paz. Experimente. Prove. Exercite seu olhar a buscar o novo ou o que melhor lhe serve. Abra seu coração para algo que vai além de fórmulas prontas. Você não precisa de permissão pra celebrar do seu próprio jeito! Descobrir o que você está celebrando e porque você está comemorando é o mais importante. Que seja por tradição celebrada com amor ou apenas por um sentimento quietinho de paz, tanto faz. Basta ser honesto com você mesmo. Meu desejo é que neste Natal você se reinvente. Escolha passar seu dia da maneira que mais lhe preencha e lhe inspire a ser alguém melhor o ano inteiro. PS: E, sim, eu adoro o Natal! Katia Horpaczky – psicologa clinica, psicoterapeuta sexual, família e casal katia@rodadavida.com.br
Escrito por Roda da Vida às 09h56
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Você entende o espírito natalino? (*) Katia Horpaczky Ninguém tem obrigação de ficar alegre no Natal, mas entender esse espírito festivo é o caminho para entrar no clima de paz, encontro e renovação! Cada um de nós pode dar seu próprio sentido ao Natal e, aos princípios que estão por trás dessa festa. O que não vale é ficar feliz por obrigação, só porque a data simboliza a alegria, só porque todos estão comemorando. Nessa época é quase uma ofensa social não comemorar, não se alegrar, mas não precisamos nos forçar a isso. A festividade, muitas vezes, fica constrangedora, e sentimentos de melancolia tomam conta, por inúmeros motivos, como por exemplo, a saudade de quem se foi. Isso é o que chamamos de "melancolia natalina". Há uma frase muito interessante que diz: "A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional", de Richard Bach. Muitas vezes, quando sofremos, seja lá por que motivo temos a tendência de achar que ninguém naquele momento pode entender nosso sofrimento. É claro que isso é falso. Cada indivíduo do mundo tem o seu sofrimento! Nossos sentimentos têm a dimensão que damos a eles. Portanto, será que vale a pena mergulhar nessa viagem de sofrimento sem deixar uma possibilidade de volta? Viver implica em risco e nesse pacote também está a dor, a frustração, o medo, a satisfação, a alegria, o prazer...e tudo isso pode acontecer também nessa época de festas, por que não? O mundo não fica melhor só porque é Natal. É preciso passar pelas festas de fim de ano sem ansiedade ou obrigação de se estar feliz. É preciso respeitar o seu espaço. O grande encontro Outro fator de estresse são os presentes. Será que os Reis Magos tiveram problema para escolher o presente do menino Jesus? Eram outros tempos! Hoje, dar presentes pode ser uma situação complicada, estressante, que explica boa parte da nossa "natalite aguda". O ato de presentear deveria ser agradável, até para que os presentes carreguem um conteúdo mais positivo! Quando compramos por obrigação, tudo isso se perde e traz junto sentimentos negativos. Se você procurar satisfação apenas nos presentes e ou mesmo na comida, vai acabar se frustrando, pois a felicidade é uma construção que cada um deve fazer. Há pessoas que se sentem "deslocadas" durante as festas natalinas não porque estejam sozinhas, mas porque não se encontraram consigo mesmas. O espírito natalino só é positivo se for verdadeiro. Não pode ser dissimulado, comprado, disfarçado, artificial, nada de fingir ou até mesmo se forçar a agir com paz, amor e compaixão, só porque essas seriam as emoções "certas" e esperadas para essa época. Melhor é procurar esses sentimentos de forma autêntica, dentro do seu coração. Buscar verdadeiras razões e motivos que podem fazer você perceber a importância de respeitar o próximo e o valor das verdadeiras amizades. Não podemos negar o efeito da renovação e do prazer de encontrar as pessoas de quem gostamos, de exaltar a paz e a confraternização, principalmente nos dias atuais em que as relações são tão efêmeras e o desrespeito pelo próximo parece ser a regra. Esses são alguns dos significados do Natal, o verdadeiro "espírito natalino" que às vezes se perde no meio dos afazeres e da sensação de que não sabemos direito o que estamos festejando. A renovação e a esperança de tempos melhores está muito ligada à celebração cristã do Natal. No mundo ocidental, o nascimento de Cristo tem esse significado: da grande esperança em novos tempos. A natalidade é a condição humana da renovação e também para uma mudança da ordem social que só será possível com o envolvimento e participação individual de cada um. Crie seu clima . RECORDE A INFÂNCIA. Lembre-se do que você mais gostava nos Natais da sua infância e tente repetir o que traz boas lembranças. . NÃO SE OBRIGUE. Descubra do que você não gosta no Natal e evite. Não se obrigue a participar e fazer coisas que sejam desagradáveis. . EXPERIMENTE EXPERIMENTAR. Reduza os gastos e convide outras pessoas a fazer o mesmo, buscando alternativas a despesas tradicionais. Será divertido experimentar algo mais criativo. . DEIXE A CULPA DE LADO. Ao menos neste dia, você não é o responsável pela miséria do mundo, pelos desentendimentos da família, pela roupa que sua filha diz que não tem, pela festa que gostaria de fazer e não fez, por isso, por aquilo... . DÊ VIDA ÀS TRADIÇÕES. Considere as origens e tradições que fazem sentido para você, sua família ou amigos e vá fundo nesse resgate. Isso dará mais sabor a tudo. . RESPEITE SUA VONTADE. Se você realmente não está a fim de Natal, diga para as pessoas que resolveu fazer um retiro, que continua gostando muito de todos e vá. . FAÇA MENOS. Uma ceia não precisa ter dez pratos diferentes, todos no tamanho "javali-do-Obelix" para fazer sucesso. Um pequeno menu bem saboroso basta para uma noite e um dia seguinte de muitos prazeres à mesa. (Extraído do livro Descomplique Seu Natal, de Elaine St. James) (*) Katia Horpaczky é Psicóloga Clinica e Organizacional, Psicoterapeuta Sexual, Família e Casal, E-mail: katia@rodadavida.com.br Tel.: (11) 5573-6979
Escrito por Roda da Vida às 12h34
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Sexo no primeiro encontro: ceder ou não à tentação? 16/11/2011 -- 08h49 O tema é bastante polêmico e divide a opinião de homens e mulheres. Especialistas falam dos prós e contras desta atitude. Você conhece alguém e marca um encontro. O jantar foi ótimo, o papo, agradável, e, na hora de voltar para casa, os beijos ficam mais intensos e o clima esquenta. Aí, surge a dúvida cruel: transar ou não na primeira noite? O tema é bastante polêmico e divide a opinião de homens e mulheres. O agente de turismo Bruno Rosa, de 23 anos, já passou pela experiência de transar no primeiro encontro. Para ele, o importante é fazer o que tiver vontade no momento. "Não acho que o sexo no primeiro encontro determine se eu namoraria ou não a menina. Há outras atitudes fundamentais que, se eu notar logo no primeiro encontro, me motivariam a pensar em um relacionamento mais sério", explica. De acordo com o psicoterapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Júnior, membro do Instituto Paulista de Sexualidade, a cultura brasileira ainda valoriza aspectos de comportamento considerados machistas. Se para os homens o sexo no primeiro encontro em geral não é um problema, para as mulheres a questão é mais delicada: se elas se mostram favoráveis ou mesmo abertas a essa possibilidade, podem não ser vistas com bons olhos. "Apesar de haver variação de comportamentos em determinados segmentos da sociedade, muitos padrões dos tempos de nossos avós continuam em voga, embora tenhamos discursos diferentes", explica. Escolha consciente A bióloga colombiana Nathalia Mejia, de 28 anos, namora há seis anos o colega de profissão Julian Esteban. Eles se conheceram na Colombia enquanto faziam faculdade, e engrenaram o relacionamento depois de alguns meses de amizade. Para ela, é importante conhecer bem o parceiro antes de ter a primeira relação sexual. "Acho que, quando você tem relação sexual no primeiro encontro, está antecipando algumas fases. Antecipa tanto que, depois, o relacionamento acaba rápido demais, pois pulou etapas que fazem a verdadeira diferença entre um relacionamento sério e um simples encontro", ressalta. O psicanalista Edson Ribeiro, presidente da Associação Brasileira de Psicanálise Clínica, de Vitória, endossa a opinião da bióloga e afirma que, antes da primeira relação sexual, é necessário criar uma intimidade entre os parceiros. "Quando você faz sexo no primeiro encontro, nem mesmo sabe quais são as preferências da pessoa que está com você. Por isso, é mais difícil ocorrer uma entrega, mesmo que momentânea", defende. Já o especialista Rodrigues Júnior não vê problemas em transar na primeira noite. Ele diz que uma vantagem é já saber se o relacionamento, pelo lado sexual, pode dar certo. Segundo ele, muitos casais podem se formar partindo inicialmente da afinidade sexual, e depois se conhecer melhor. O importante é sempre respeitar seus próprios desejos e sentimentos. Preconceito Edson Ribeiro defende que, por mais liberais que sejam os novos conceitos, a sociedade ainda é bastante preconceituosa em relação ao sexo no primeiro encontro. "Tanto homens quanto mulheres ainda possuem valores, herdados das gerações anteriores, que enquadram o sexo por sexo como algo frustrante e vazio", conclui. Se você não sabe se deve transar ou não no primeiro encontro, reflita sobre o assunto e faça sua escolha com consciência. Curtir o momento é sempre melhor quando estamos à vontade com nossos sentimentos. (*Fonte: Portal Vital/Unilever) http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--35-20111116&tit=sexo+no+primeiro+encontro+ceder+ou+nao+a+tentacao
Escrito por Roda da Vida às 09h52
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Você tem mágoa? (*) Katia Cristina Horpaczky A mágoa nasce quando algo que esperávamos não acontece ou algo que queríamos muito não se concretiza. Se a pessoa não consegue lidar com o fato de não conseguir o que deseja e reserva um espaço muito grande em sua mente para isso, esse sentimento cresce. Às vezes, ganha uma importância muito maior do que o fato em si. Podemos pensar o seguinte: quanto tempo vamos gastar pensando a respeito dos sofrimentos e desapontamentos? E, quando pensamos neles, qual a intensidade que devemos investir nisso? As respostas determinarão a quantidade de problemas que uma ofensa ou mágoa vão causar a você. Só porque coisas ruins acontecem não é preciso ficar pensando ou falando o tempo todo nessas coisas. Responda se for capaz: Por que as pessoas não pensam e não falam a respeito da sua boa sorte e do seu sucesso com a mesma energia que pensam e falam da sua má sorte e de sua frustração? Essa questão sempre pega as pessoas de surpresa. Você acha seus problemas mais interessantes que seus sucessos? Você dá mais espaço para o que está errado do que para o que está certo? Entenda, não é para ignorar os problemas de sua vida ou não reconhecer que algumas pessoas o magoaram. Quero dizer que ao concentrarmos uma grande atenção no sofrimento, ele se tornará mais intenso e isso cria um hábito dificil de ser quebrado. Você não precisa pensar o tempo todo nos acontecimentos dolorosos da sua vida. Quando se dá muita ênfase às feridas, elas passam a exercer um poder muito grande sobre você. Você tem uma mágoa? Vamos ver se há uma situação em sua vida que virou mágoa. Façamos um exercício simples. Escolha uma situação dolorosa, escreva um resumo do que aconteceu. Perceba agora sua reação ao relembrar esse acontecimento. Como você se sente? Lembre-se: a base de qualquer mágoa é algo doloroso que lhe aconteceu e, naquele momento, você não teve a habilidade adequada para lidar com sua dor emocional. Depois de reviver esta história responda às seguintes questões: 1. Você pensa sobre essa situação dolorosa mais do que pensa nas coisas boas da sua vida? 2. Ao pensar sobre essa história dolorosa, você se sente mal fisicamente ou emocionalmente perturbado? 3. Quando pensa sobre essa situação, você tem os mesmos e repetidos pensamentos e sensações? 4. Você se pega contando a história sobre o que aconteceu repetidas vezes na sua mente? Se você respondeu sim a qualquer uma das quatro questões, provavelmente criou uma mágoa. O surgimento de uma mágoa segue um processo simples de três etapas: 1. Assumir uma afronta em termos muito pessoais 2. Culpar o autor da afronta pela forma como você se sente 3. Criar uma história sobre a mágoa. Não podemos esquecer que as pessoas só fazem com a gente aquilo que permitimos que elas façam. A raiva tem o seu lugar A raiva é uma forte e temporária reação emocional à sensação de ser ameaçado de alguma maneira. Quando a raiva surge, pode ser expressa aberta e diretamente ou pode ir para o subterrâneo da nossa mente e do nosso coração, passando assim a se expressar de uma maneira silenciosa e persistente, tornando-se um ressentimento crônico. O ressentimento é a sensação da mágoa ou raiva crônica que persiste muito depois de terminada a situação que causou raiva. O ressentimento já foi comparado a uma brasa ardente que seguramos com a intenção de jogá-la em outra pessoa, enquanto queima a nossa mão. A palavra ressentimento é a forma substantiva de ressentir – sentir intensamente e sentir de novo. Quando estamos ressentidos, sentimos intensamente a dor do passado de novo e de novo e de novo...A experiência de raiva mantida durante um período de tempo muito longo - o que gera a mágoa - é quase sempre inútil. É preciso esclarecer que o fato de criarmos uma mágoa não significa que seja um sinal de doença mental. Magoar-se é um aspecto normal e dificil de todos em relação à vida e, quase todos desenvolvemos, em algum momento da vida, algum tipo de mágoa. Mas, vale salientar que apesar da mágoa ser algo "comum" ou mesmo "normal" não significa que seja saudável. O aprendizado de lidar com sofrimentos, ofensas e desapontamentos com mais habilidade não impedirá que as coisas possam correr mal na sua vida. As pessoas continuarão sendo pouco amáveis e imprevistos e acidentes poderão fazê-lo sofrer. O mundo está repleto de sofrimento, frustração e dificuldade e não é só porque você aprendeu a se adaptar melhor, a lidar adequadamente com os problemas, com a raiva ou mesmo a frustração, isso não significa que os problemas acabarão. O que muda é a importância que você vai dar para esses problemas em sua mente e em seu coração. A quantidade de raiva, desesperança e aflição que você irá investir e sentir. A vida não é perfeita mas você pode aprender a sofrer menos. Peça ajuda! Estudos mostram que pessoas que compartilham suas frustrações e dores tendem a lidar melhor com a mágoa e o estresse. Na maioria das vezes, pessoas que contam com os amigos, com a familía, com um apoio psicológico e com um trabalho psicoterápico são mais felizes e desfrutam de uma saúde melhor. (*) Katia Horpaczky é Psicóloga Clinica e Organizacional, Psicoterapeuta Sexual, Familia e Casal www.rodadavida.com.br E-mail: katia@rodadavida.com.br Tel: (11) 5573-6979
Escrito por Roda da Vida às 10h37
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PERDOAR... PARA QUE? Pra que serve o perdão? O perdão oferece a possibilidade de conseguir liberdade e alívio. Quando perdoamos e somos perdoados, nossas vidas sempre se transformam. As doces promessas do perdão são mantidas. E começamos uma nova relação conosco e com o mundo. Vamos fazer um exercicio: Pare alguns minutos e preste atenção nas emoções que a sugestão de perdoar alguém desperta em você. Permita agora que venha à sua mente uma pessoa que você acha que te fez sofrer. O que você acha de perdoar essa pessoa? O que significa para você perdoá-la? O que você teria que fazer para perdoá-la? O que é o Perdão? § Perdão é para você e não para o autor da afronta. § Perdão é recuperar seu poder. § Perdão é assumir a responsabilidade por como você se sente. § Perdão pode melhorar sua saúde física e mental. § Perdão é uma escolha. Perdoar não significa que você deva mudar o seu comportamento. Se eu perdôo um amigo de quem estou afastada, não preciso voltar a ligar para ele – a não ser que eu realmente queira. Para perdoar não é preciso que você comunique verbalmente que a pessoa está perdoada. Talvez as pessoas com quem você esteja mais zangado sejam aquelas que você não pode contatar. Perdoar só precisa de uma mudança na percepção, outra maneira de ver as pessoas e as circunstâncias que nos causam dor e sofrimento. Perdoar é uma decisão de ver além dos limites da nossa personalidade, é ver além dos medos, neuroses e erros. Perdoar é um modo de vida que vai nos transformando aos poucos de vítimas indefesas em poderosos e co-criadores da nossa realidade. O que o Perdão não é: § Perdão não é fechar os olhos para a falta de amabilidade. § Perdão não precisa ser uma experiência religiosa ou sobrenatural. § Perdão não significa se reconciliar com o autor da afronta. § Perdão não significa desistir de ter sentimentos. O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: GUARDAR MÁGOA E RANCOR PREJUDICA À SAÚDE. Alguns estudos revelam que: § As pessoas que demonstram mais inclinação ao perdão têm menos problemas de saúde. § O Perdão gera menos estresse. § O Perdão gera menos sintomas físicos. § Pessoas que culpam outras por seus problemas apresentam índices mais altos dedoenças cardiovasculares e cânceres. § Até as pessoas que sofreram perdas devastadoras podem aprender a perdoar e a se sentir melhor em termos psicològicos e emocionais. Auto-Perdão: O maior desafioAo meu ver, perdoar a si mesmo é o maior desafio que você irá encontrar, é o processo de aprender a se amar e a se aceitar. No auto-perdão, costuma haver uma grande resistência pois ele requer uma mudança significativa, uma morte. Que morte é essa? É um morrer para os velhos habitos, morrer para a culpa, a vergonha e a auto-crítica. Quantas vezes condicionamos o auto-perdão a circunstâncias diferentes do momento? Qual autocrítica você terá de abandonar para poder se perdoar? O auto-perdão é um grande nascimento. Permita-se! Procurando Apoio: Se você sente que existem pendências, ou situações não-resolvidas, que você percebe que não consegue lidar e trabalhar sozinho, não esite, procure o apoio de um psicólogo, é a pessoa mais indicada para facilitar esse processo. (*) Katia Horpaczky é Psicóloga Clinica e Organizacional, Psicoterapeuta Sexual, Familia e Casal, E-mail: katia@rodadavida.com.br Tel: (11) 5573-6979
Escrito por Roda da Vida às 10h35
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A INTEGRAÇÃO EXIGE NEGÓCIOS E PRAZER (*) Katia Horpaczky A sabedoria convencional diz que o negócio vem antes do prazer. Está maneira de pensar não aumenta nossa eficiência, na verdade até diminui porque cria uma situação em que as necessidades internas estarão competindo entre si e acabam nós empurrando em direções opostas. Toda a questão da integração é fazer com todas as suas forças - ou pelo menos o maior número possível - empurrem você na mesma direção. Você precisa descobrir se seus objetivos conscientes e suas motivações inconscientes conseguem trabalhar juntos. E deve ficar atento ao conflito para que o comprometimento consciente, ou sua percepção possa impedir que seu inconsciente empurre você numa direção que não quer seguir. Analise rapidamente sua vida. Quando fez as melhores jogadas da sua vida em termos de negócios, ou de outro tipo qualquer? Como se sentia em relação á vida naquela época? Quais eram seus objetivos? E hoje, você faz o que gosta? Gosta do que faz? Se sente realizado, ou pelo menos tenta? É uma crença limitante que não devemos misturar negócios, trabalho e prazer. Limitante no sentido que nos faz sentir culpa no prazer. A realização pessoal passa pelo prazer. Mas que prazer é esse que estamos falando? É se sentir bem, estar em harmonia e equilíbrio. Se sentir útil, trabalhar de acordo com o que acredita, de acordo com sua ética. Se não amar, no mínimo gostar do que faz. Avalie hoje se você sente prazer no que faz, procure integrar mais trabalho, negócios e prazer. Se estiver em dúvida, em desequilíbrio ou até mesmo sentindo-se perdido, procure um coaching, com certeza irá te auxiliar a encontrar esse equilíbrio. (*) Katia Horpaczky Psicologa clinica-organizacional - Coach katia@rodadavida.com.br
Escrito por Roda da Vida às 10h44
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Você é um Workaholic? O que é ser um workaholic? Primeiro, vamos a definição do termo: Work= trabalho - Alco holic= alcoólatra Workaholic então é um viciado em trabalho. Estudos recentes de casos clínicos em consultórios psicológicos e psiquiátricos concluíram que o vício em trabalho é similar ao vício em álcool ou cocaína: A mola-mestra é a compulsão. Para o Workaholic o trabalho torna-se uma obsessão. A sociedade desaprova bêbados e drogados, mas aprova e até admira quem trabalha bastante. Workaholics são pessoas que fazem do trabalho a sua principal razão de viver. Entre tantos motivos que levam a tal situação, estão a competição, busca de poder e status, realização profissional e as vezes, a maior razão, para muitas pessoas: a fuga de problemas íntimos ou familiares. O workaholic faz de seu trabalho o sentido de sua vida, canaliza cada vez em maior escala sua energia no trabalho, sacrificando assim o lazer e as relações pessoais. É uma pessoa que racionaliza muito, desconsidera seus próprios sentimentos e tem um contato mínimo com si mesmo e com seus conflitos. É um tanto individualista e egoísta. O trabalho passa a ser também um escudo protetor, pois encontra nele os meios necessários para manter escondidos os conflitos emocionais, que não quer ou não consegue resolver, em conseqüência a pessoa necessita de “aplausos” e reconhecimento, tornando assim muitas vezes uma pessoa ansiosa. Na família, com os amigos, em casa, o workaholic sofre sem dar espaço para os sentimentos e os afetos, sempre insatisfeito consigo, alimenta a idéia de ser “onipotente” e “onipresente, mas na verdade é um “pai omisso”, ou uma “mãe ausente”, também um amante ou companheiro que sempre deixa a desejar, que sempre oferece pouco companheirismo, contato e afeto. O workaholic não relaxa, é constante a sua preocupação com o trabalho, seu maior problema é a falta de clareza entre o limite do prazer e o caminho da autodestruição. A maior conseqüência em ser um workaholic é a deterioração da qualidade de vida e também daqueles que o cercam, a pessoa só começa a perceber que está se auto destruindo quando identifica algum quadro de estresse, depressão, isolamento, úlcera ou problemas cardíacos. Se você identificou algum ponto aqui abordado, minha sugestão é: faça uma pausa, proponha-se uma autocrítica e uma auto-análise, avaliando a sua maneira de se relacionar consigo e com as pessoas, a forma de resolver seus problemas afetivos - emocionais, e como tem se dedicado ao trabalho. Um forte indicador é se as pessoas à sua volta estão reclamando a sua presença. O trabalho é ótimo, gratificante e enriquecedor, mas não pode ser tudo na sua vida. Se estiver sendo sua razão de viver, pare e avalie; uma terapia pode auxiliar a você e colocar as coisas nos eixos. (*) Katia Cristina Horpaczky Psicóloga clinica CRP 06-41.454-3 Tel: 11 5573-6979
katia@rodadavida.com.br
Escrito por Roda da Vida às 10h36
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Você está confortável? (*) Katia Horpaczky Durante a vida, as pessoas, de uma maneira geral, costumam acomodar-se, refugiar-se em sua “zona de conforto”. No campo organizacional, por exemplo, caminhar em direção à chamada “zona de conforto” pode representar uma ameaça, tanto para as empresas quanto para os profissionais. Ficar em um estado de ”comodidade” faz com que as empresas percam a competitividade em relação à concorrência. Os profissionais ficam parados no “tempo e no espaço”, deixam de lado a capacidade de conquistar novos horizontes, galgar novos patamares e quando percebem a situação estão prestes a serem substituídos por pessoas mais qualificadas e atualizadas com as novidades do mercado. Não são as empresas que entram na zona de conforto e sim as pessoas que fazem parte dessas organizações. Alguns gestores contribuem para que a zona de conforto ganhe proporções preocupantes para as empresas. Não podemos mais aceitar a mediocridade. Na era em que vivemos se você estiver conformado com que tem, precisa ter cuidado. Existe aquele velho ditado que diz: “quem está correndo está andando, quem está andando está parado e quem está parado está morto”. O principal fator que leva o profissional a entrar na zona de conforto é a falta de um objetivo definido. A falta de ambição é a principal conseqüência que a zona de conforto gera na carreira. Falta de objetivo e ambição são componentes que mobilizam, paralisam, nos mantêm acomodados. A permanência na zona de conforto está diretamente relacionada à resistência às mudanças. O mercado mudou e está mudando cada vez mais de uma forma espantosamente dinâmica e quem esperar para ver o que acontecerá, correrá sérios riscos da empresa deixar de existir. É tempo de treinar, treinar e treinar seus componentes se quiser que a sua empresa exista para este novo mercado. Parece paradoxal sair da zona de conforto para conquistar maior conforto. Mas é exatamente isto o que acontece: a estagnação conduz ao desconforto. Para alcançar a plena realização, em todos os sentidos, precisamos estar sempre em movimento, em ação. Katia Horpaczky é Psicóloga Clinica e Organizacional, Psicoterapeuta Sexual, Familia e Casal, Especialista em Workshops Vivenciais e Jogos Organizacionais. E-mail: katia@rodadavida.com.br www.rodadavida.com.br Tel: (11) 5573-6979
Escrito por Roda da Vida às 12h08
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Resiliência: a capacidade de enfrentar os problemas. “O problema não é o problema. O problema é sua atitude com relação ao problema.” (Kelly Young) Você conhece esta palavra? Ela significa, entre outras definições do dicionário, poder de recuperação. Mas o termo do momento aplicado à gestão é "resiliência". Outro conceito deslocado da física, esse nomeia a propriedade de alguns materiais de acumular energia, quando exigidos e estressados, e voltar ao seu estado original sem qualquer deformação. Pois é: vem contando pontos como competência humana a habilidade do elástico, ou da vara do salto em altura —aquela que enverga no limite máximo sem quebrar, volta com tudo e lança o atleta para o alto. As Ciências Humanas estão sempre tomando emprestado das Exatas, termos e conceitos. A última novidade vem da Física e atende pelo nome de resiliência. Significa resistência ao choque ou a propriedade pela qual a energia potencial armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão incidente sobre o mesmo. Em Humanas, a resiliência passou a designar a capacidade de se resistir flexivelmente à adversidade, utilizando-a para o desenvolvimento pessoal, profissional e social. Traduzindo isso através de um dito popular, é fazer de cada limão, ou seja, de cada contrariedade que a vida nos apresenta, uma limonada, saborosa, refrescante e agradável. A resiliência é caracterizada por um conjunto de atitudes adotadas pelo ser humano para resistir aos embates da vida. O termo vem de uma propriedade da Física sobre a capacidade que os corpos têm de voltar à sua forma original, depois de submetidos a um esforço intenso. Fazer a simples transposição da Física para a Psicologia não é possível porque, aplicado aos seres humanos, o conceito se destaca exatamente pela capacidade do indivíduo dar a volta por cima das situações de risco e voltar TRANSFORMADO, crescendo com a experiência.”. Ambas foram e são empregadas pelos profissionais que atuam em gestão empresarial. Agora surge resiliência, palavra também advinda da física, que significa a propriedade de alguns materiais de acumular energia e dispendê-la sem sofrer qualquer deformação. É o caso do elástico e da vara do salto em altura. Do ponto de vista de gestão de recursos humanos, algumas empresas utilizam este termo ao pé da letra e exigem que a pessoa “resiliente” tenha energia suficiente para não adoecer ou não se estressar. Esquecem-se que, como o elástico ou a vara do salto em altura, ela tem um limite que, quando superado, rompe-se. No caso do ser humano, este limite chama-se viver as suas emoções. E, para que alguém possa viver suas emoções no trabalho, é preciso respeito à dignidade e reconhecimento pelo que se faz. É preciso que as regras sejam claras e que as idéias sejam compartilhadas e comunicadas adequadamente. A VANTAGEM, SE EXISTE ALGUMA, EM ESTAR NO FUNDO DO POÇO É QUE QUALQUER MOVIMENTO LEVA-NOS PARA CIMA - Frase de Donald Trump Dicas para aumentar a capacidade de resiliência: · Mentalizar seu projeto de vida, mesmo que não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade · Aprender e adotar métodos práticos de relaxamento e meditação · Praticar esporte para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam endorfinas e testosterona que, conseqüentemente, proporcionam sensação de bem-estar · Procurar manter o lar em harmonia, pois este é o "ponto de apoio para recuperar-se" · Aproveitar parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança · Transformar-se em um otimista incurável, visualizando sempre um futuro bom · Assumir riscos (ter coragem) · Tornar-se um "sobrevivente" repleto de recursos no mercado profissional · Apurar o senso de humor (desarmar os pessimistas) · Separar bem quem você é e o que faz · Usar a criatividade para quebrar a rotina · Examinar e refletir sobre a sua relação com o dinheiro · Permitir-se sentir dor, recuar e, às vezes, enfraquecer, para em seguida retornar ao estado original (*) Katia Horpaczky é Psicóloga Clinica e Organizacional, Psicoterapeuta Sexual, Familia e Casal, Especialista em Workshops Vivenciais e Jogos Organizacionais, Arte-Terapeuta, Practitioner em N.L.P. pelo Southern Institute of N.L.P. e pela Society of Neuro Linguistic Programming. Treinada com a metodologia de OUT DOOR TRAINING pela Dinsmore . e-mail: katia@rodadavida.com.br Tel: (11) 5573-6979
Escrito por Roda da Vida às 12h35
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Psicoterapia para Casais (*) Katia Horpaczky É um mito o pensamento de que um casal poderá superar seus conflitos sem intervenção de alguém; e é trágico quando negam sistematicamente qualquer tipo de ajuda. Muitas vezes, o casal teme a terapia achando que acontecerá uma "lavagem de roupa suja". A terapia não só pode conduzir a uma mudança de conduta, mas também levar à uma nova fase de redescoberta do prazer de estar com o outro; é o teste quase que definitivo sobre a indecisão ou certeza dos sentimentos perante o parceiro, sejam positivos ou negativos.No final é a consciência do que ambos podem ou não conseguir dividir. Apenas deve se ter cautela para que a terapia não seja a desculpa para acabar com o casamento; já que talvez um dos dois parceiros tenha essa certeza e não queira carregar o ônus da ação, transferindo para o terapeuta a responsabilidade. Após o casamento é muito comum ouvir os casais reclamarem por não serem compreendidos. Geralmente o que se escuta é: Ele não me entende. Ela não me entende. O que pode estar havendo nesses casos é uma falta de comunicação, ou uma comunicação incorreta, que acaba gerando idéias e pensamentos que não condizem com a realidade. O mais indicado é uma comunicação clara. Cada um deve expor o que esta sentindo, se esta com raiva, medo, insegurança, nervosismo, ansiedade, em fim, buscar demonstrar o que realmente esta passando em seu interior. Aqui a Psicoterapia estaria sendo utilizada para que ambas as partes pudessem aprender sobre seus sentimentos e formas para expressá-los. Em outros casos, pode parecer que o casamento esfriou. Quando recém casados, ainda mantinham um tempo para os dois, mesmo depois de longas horas de trabalho cansativo. E agora, somente se encontram para dormir e recarregar as energias para o dia seguinte. Alguns casais não compreendendo o que esta havendo partem para a agressão física ou verbal, obtendo mais sofrimento do que uma vida a dois prazerosa e feliz. Partindo do principio de que tudo é aprendido, o processo de Psicoterapia vem exatamente criar novas possibilidades. Ressignificando o passado e oferecendo ao casal novos pensamentos, ampliando a visão de si próprio, assim como o contato e convívio com outros. Buscando entender o que esta havendo com cada um dos dois, como estão se sentindo, o que acham que precisa mudar e como se vêem na relação, a Psicoterapia procura respostas e clareia o caminho para um entendimento de si próprio e do outro. (*) Katia Horpaczky Psicóloga Clinica, Psicoterapeuta Sexual, Família e Casal. Contatos: katia@rodadavida.com.br (11) 5573-6979
Escrito por Roda da Vida às 15h42
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