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PERDOAR... PARA QUE? Pra que serve o perdão? O perdão oferece a possibilidade de conseguir liberdade e alívio. Quando perdoamos e somos perdoados, nossas vidas sempre se transformam. As doces promessas do perdão são mantidas. E começamos uma nova relação conosco e com o mundo. Vamos fazer um exercicio: Pare alguns minutos e preste atenção nas emoções que a sugestão de perdoar alguém desperta em você. Permita agora que venha à sua mente uma pessoa que você acha que te fez sofrer. O que você acha de perdoar essa pessoa? O que significa para você perdoá-la? O que você teria que fazer para perdoá-la? O que é o Perdão? § Perdão é para você e não para o autor da afronta. § Perdão é recuperar seu poder. § Perdão é assumir a responsabilidade por como você se sente. § Perdão pode melhorar sua saúde física e mental. § Perdão é uma escolha. Perdoar não significa que você deva mudar o seu comportamento. Se eu perdôo um amigo de quem estou afastada, não preciso voltar a ligar para ele – a não ser que eu realmente queira. Para perdoar não é preciso que você comunique verbalmente que a pessoa está perdoada. Talvez as pessoas com quem você esteja mais zangado sejam aquelas que você não pode contatar. Perdoar só precisa de uma mudança na percepção, outra maneira de ver as pessoas e as circunstâncias que nos causam dor e sofrimento. Perdoar é uma decisão de ver além dos limites da nossa personalidade, é ver além dos medos, neuroses e erros. Perdoar é um modo de vida que vai nos transformando aos poucos de vítimas indefesas em poderosos e co-criadores da nossa realidade. O que o Perdão não é: § Perdão não é fechar os olhos para a falta de amabilidade. § Perdão não precisa ser uma experiência religiosa ou sobrenatural. § Perdão não significa se reconciliar com o autor da afronta. § Perdão não significa desistir de ter sentimentos. O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: GUARDAR MÁGOA E RANCOR PREJUDICA À SAÚDE. Alguns estudos revelam que: § As pessoas que demonstram mais inclinação ao perdão têm menos problemas de saúde. § O Perdão gera menos estresse. § O Perdão gera menos sintomas físicos. § Pessoas que culpam outras por seus problemas apresentam índices mais altos dedoenças cardiovasculares e cânceres. § Até as pessoas que sofreram perdas devastadoras podem aprender a perdoar e a se sentir melhor em termos psicològicos e emocionais. Auto-Perdão: O maior desafioAo meu ver, perdoar a si mesmo é o maior desafio que você irá encontrar, é o processo de aprender a se amar e a se aceitar. No auto-perdão, costuma haver uma grande resistência pois ele requer uma mudança significativa, uma morte. Que morte é essa? É um morrer para os velhos habitos, morrer para a culpa, a vergonha e a auto-crítica. Quantas vezes condicionamos o auto-perdão a circunstâncias diferentes do momento? Qual autocrítica você terá de abandonar para poder se perdoar? O auto-perdão é um grande nascimento. Permita-se! Procurando Apoio: Se você sente que existem pendências, ou situações não-resolvidas, que você percebe que não consegue lidar e trabalhar sozinho, não esite, procure o apoio de um psicólogo, é a pessoa mais indicada para facilitar esse processo. (*) Katia Horpaczky é Psicóloga Clinica e Organizacional, Psicoterapeuta Sexual, Familia e Casal, Especialista em Workshops Vivenciais e Jogos Organizacionais, Arte-Terapeuta, Practitioner em PNL. pelo Southern Institute of N.L.P. e pela Society of Neuro Linguistic Programming. E-mail: katia@rodadavida.com.br Tel: (11) 5573-6979
Escrito por Roda da Vida às 14h51
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QUE TIPO DE SOGRA VOCÊ É?A palavra sogra está entre aquelas que já vem carregada de tudo um pouco: caretas, piadas jocosas, nariz torto, expressões como "ai, que horror", "aquela bruxa" e por aí vai. Você já reparou que a sogra da mulher é diferente da sogra do marido? Frequentemente a sogra do marido é atenciosa com ele, faz comidinhas especiais para o genro, "amansa" a filha, pede paciência com o genro numa discussão entre o casal. Mas a sogra da mulher muitas vezes tem na nora uma rival com quem disputa atenção e território. Por mais gentil que seja a nora, ela - a sogra - sempre acha que faria melhor por seu filho. Existe 2 tipos de sogra: "sogra negativa" e "sogra positiva". SOGRA NEGATIVAA Sogra Negativa é aquela que tem a si mesma como exemplo de "boa esposa" e boa mãe, a que sabe tudo sobre o filho e sobre arrumação da casa - do filho - e sobre como educar os netos. Veja se você se enquadra nesse tipo de sogra: · sogra folgada: aquela que chega à casa do filho (ou filha) e age como se estivesse na própria residência. Invade a cozinha, começa a arrumação, a lavar a louça, guardar as roupas e a varrer a casa. · sogra invasiva: aquela que abre os armários, "sugere" outra marca de produto de limpeza ou quer saber a razão do filho/filha estar com "essa cara", quer saber sobre a vida particular do casal e sempre tem uma solução/crítica para dar. · sogra super vaidosa: a que está sempre arrumadíssima e perfumada, numa clara disputa entre quem é a mais bonita (ou bem cuidada) da casa. Isso vale tanto para a nora quanto para a própria filha. Existe sempre um comentário a respeito do cabelo ressecado, da pele sem viço ou das roupas simples da nora ou da filha. · sogra "coitadinha de mim": a que vive doente e/ou solitária, sempre reclamando atenção, fazendo chantagem emocional, roubando o tempo do casal (porque no fundo se sente roubada do filho/filha). · sogra desagregadora: aquela que se torna cúmplice da nora, que fala mal e que só aponta as características negativas do filho/filha, insuflando o genro ou nora contra seu par numa tentativa muitas vezes inconsciente de mostrar ao filho que só ela o ama, apesar dos defeitos. É claro que existem muitos outros tipos de "sogras negativas", e aí incluímos as que são "mães negativas", as que preferem descaradamente um filho ao outro e acabam transferindo o rancor que sentem pelo filho não preferido não apenas para a nora (ou genro) como também para os netos, perpetuando o tratamento espinhoso para a família desse filho. Normalmente a "sogra negativa" tem um caráter dominador, controlador e, como consequência, manipulador. Lhe faltam noções de respeito à individualidade, são carentes, não vivem suas vidas pessoais de forma saudável e acabam por interferir na vida de seus filhos casados chegando muitas vezes a provocar um rompimento entre o casal caso este não esteja suficientemente bem estruturado para não permitir essa interferência. Há também a sogra que denigre a imagem da nora/genro para toda a família, que fala pelas costas, mas que diante deles é cheia de mesuras falsas e sorrisos irônicos. Se você - sogra - se reconheceu em algum dos exemplos citados, é hora de olhar mais para sua vida e deixar que seus filhos façam suas escolhas de como viver, de como administrar seus lares, suas finanças, como educar os próprios filhos. É o momento de aprender que aquela vida é a deles e não a sua, de se lembrar que seu papel na vida de seus filhos casados deve ser leve, é um papel passivo e não ativo, a menos que seja solicitada. Nunca é tarde para reconhecer os próprios excessos e mudar a dinâmica das relações entre você e a família de seus filhos. Nem sempre as pessoas próximas conseguem lhe apontar os seus próprios equívocos (defeitos) nessas relações, seja por receio de magoar seja para evitar uma briga, mas é possível que você faça uma reflexão e que comece a tomar conta de você mesma, passando a ser uma "sogra positiva". SOGRA POSITIVAVeja se você é esse tipo de sogra - e se não for, como pode se tornar uma: · sogra resolvida: a ativa, que ainda trabalha ou, mesmo aposentada (ou dona de casa convicta) não deixou de se movimentar pela vida, é interessada em manter-se "plugada" no mundo, não desistiu das amigas, tem um hobby - tanto faz se é pintando algumas telas ou se dedicando a cuidar de animais. · sogra divertida: aquela bem humorada, que transita despretensiosamente pela casa do filho/filha, não se envolvendo nas questões particulares do casal. Normalmente a "sogra divertida" é uma avó querida, cujos netos lamentam quando ela vai embora. · sogra "na dela": é recolhida, não se envolve mas está sempre pronta a atender quando solicitada. Telefona demonstrando interesse pelo bem estar do casal e como forma de mostrar-se disponível. · sogra amiga: aquela super jovem de espírito que tem na nora não apenas uma "filha" mas uma amiga de fato. Trocam experiências mas não fazem "fofoca" a respeito do filho/marido. Na verdade desenvolvem um relacionamento exclusivo de amizade que facilita o trânsito como sogra na vida do casal. É claro que essas características muitas vezes se misturam, só colaborando para que as relações sogra-nora/genro sejam prazerosas e, por incrível que pareça, perenes. Muitas vezes, mesmo quando o casal se separa, a figura da sogra foi tão positivamente marcante que a relação perdura por muitos e muitos anos e o carinho fica registrado. O importante é sempre pautar as relações sogra/filhos/nora/genro no respeito ao espaço, às escolhas e à pessoa que o outro é. Muitas vezes para garantir proximidade e acolhimento é preciso se afastar um pouco e, fundamentalmente, ter a si mesmo como personagem principal da própria vida, e não os filhos crescidos, casados e donos de suas vidas. Ser sogra é uma tremenda oportunidade para refletir a respeito do que estamos fazendo com nossas próprias vidas, além de ser também uma oportunidade para observarmos de que forma nos fazemos presentes na vida do outro: com agressividade ou com delicadeza. A sogra de antigamente - a das piadas -, pode dar lugar à sogra do século 21, antenada, despretensiosa, respeitosa, discreta e gentil. Afinal... imagina-se que todas querem o bem de seus filhos!
Escrito por Roda da Vida às 10h55
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Via de mão dupla As nossas relações de amizade, de trabalho, familiar e relações românticas, podem ser exemplificadas em três tipos: 1) É uma via de mão dupla: Há envolvimento, troca, cumplicidade e companheirismo. 2) É uma via de mão única: Você torce para que as coisas mudem que haja uma chance de troca, de cumplicidade. 3) É um beco sem saída: Você tem relacionamentos que gostaria de terminar, mas acha que não consegue cortar a ligação por alguma razão, medo de perder, de se libertar. Todos nós temos relacionamentos que não “servem” mais. Talvez essa seja a hora de limparmos os relacionamentos que não tem nenhuma esperança de continuidade, de troca, de envolvimento. Nem todos os relacionamentos dos quais nos livramos são negativos. As pessoas não são 100% negativas, as vezes é a combinação entre nós que não dá certo. O problema é que essas ligações podem nos levar a uma posição negativa. Se compreendermos esta idéia, poderemos perceber e identificar essas relações, e o por que de r estamos nos agarrando a um relacionamento, uma pessoa ou situação que não serve mais para nós, esteja certo de que a pessoa de quem você está escolhendo terminar a relação e se afastar, SERÁ ótima para outra pessoa. Outro amigo (a). Outro colega de trabalho. Outro namorado (a) Seja um relacionamento romântico, de trabalho ou de amizade, se soubermos que não serve mais para nós, está na hora de ter coragem para romper, seguir em frente, se liberar e liberar a pessoa. Aproveite esse artigo e nesse dia, nessa semana, observe sua ligação com as pessoas. Faça um plano para despertar a reciprocidade nas vias de mão única: toda via de mão única pode ser transformada em via de mão dupla, você merece. E quanto aos relacionamentos sem saída, lembre que ao se agarrar a eles, você está impedindo que outras pessoas consigam o bem que realmente merecem através dessas ligações. Libere-os. Tudo de bom, Katia Horpaczky
Escrito por Roda da Vida às 08h41
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Solteiras por opção (*)Katia Horpaczky Podemos falar hoje em dia que somos solteiras por opção? A rápida mudança nas relações familiares, sobretudo o padrão “homem provedor e mulher cuidadora”, está relacionada com o fato de a profissão ter se tornado fundamental na vida das mulheres. Nesse contexto, o trabalho remunerado e a busca pela realização profissional ganharam força nas últimas décadas como justificativas para não investir no casamento. Para as mulheres a preocupação com a profissão aparece de maneira marcante em diferentes fases da vida. O sentido de independência está vinculado à estabilidade financeira e ao reconhecimento profissional.
A mídia pressupõe o casamento como condição privilegiada de saúde e felicidade, então as solteira são percebidas como solitárias, insatisfeitas e frustradas. Mas essa imagem está mudando sensivelmente, e a opinião das pessoas também. Para nós mulheres, ser solteira e morar sozinha atualmente não tem o sentido negativo de solidão. Pelo contrário, trata-se de um sinal de status que nos confere maior grau de mobilidade. Esse estilo de vida nos distingue socialmente como mulheres independentes e bem sucedidas. Algumas mulheres tendem a valorizar mais o trabalho do que os filhos ou a família em geral, mas, tentam administrar o dilema trabalho x marido. Tendo como meta atingir um equilíbrio entre a vida profissional e a pessoal, utilizando diferentes estratégias para lidar com as demandas do negócio e da família. Casamento de final-de-semana. Certos casais, mesmo morando juntos, só se encontram nos fins-de-semana. Devido a horários, excesso de trabalho e de viagens. Ascensão na carreira é um desejo comum às mulheres nos dias de hoje. Mas o que fazer quando é preciso conciliar o emprego e o relacionamento amoroso? O que pesa mais: o coração ou a realização profissional? Em alguns casos, a carreira chega a dificultar o relacionamento. Casais devem tentar negociar a relação antes mesmo do casamento. É necessário que eles se preparem para as surpresas da vida a dois. A relação de poder no matrimônio precisa ser revista, para que o relacionamento não se dissolva com o tempo. Quando começamos um relacionamento não imaginamos as dificuldades que virão com o relacionamento. No casamento, quem abre mão da carreira, geralmente, é a mulher. Essa condição é cultural, é sempre a mulher que se torna “dona de casa”. Por isso o casamento não tem sido prioridade para muitas jovens de hoje. Muitas mulheres escolhem permanecerem solteiras em prol da carreira, da liberdade e da independência. Para qualquer que seja a escolha pagamos um preço. Precisamos avaliar qual o preço que estamos querendo pagar. *Katia Horpaczky Psicologa, Psicoterapeuta Sexual e de Casais
Escrito por Roda da Vida às 12h39
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Se fôssemos honestos com nós mesmos, provavelmente poderíamos sentar e fazer uma longa lista de coisas das quais somos escravos em nossas vidas – e se existe uma semana propícia para fazer essa lista, estamos nela. A energia disponível no cosmo neste exato momento pode nos ajudar a enxergar todas as áreas de nossas vidas onde abrimos mão do nosso poder em favor do Desejo de Receber Somente para Si Mesmo.
Existem muitas formas de escravidão. Para alguns, pode aparecer como ser um vício por alguma coisa física, como drogas ou comida, enquanto outros podem ser alvo de escravidões mais emocionais, ansiando por coisas como atenção ou aprovação. Todos nós sucumbimos nos tornando subservientes a alguma coisa.
Mas não precisa ser assim.
Existe uma guerra ocorrendo dentro de nós de forma constante, e trata-se de uma batalha entre a voz da Luz e a voz da escuridão. É bem parecido com aqueles desenhos animados, onde se vê o anjo sobre um ombro e o diabo sobre outro. A voz da Luz que emana da nossa alma vai nos dizer: “Você sabe bem dentro do seu coração e sente que isso não vai ser bom pra você”; enquanto a outra voz, abastecida pelos anseios da fisicalidade, nos dirá: “Você não tem força suficiente para resistir” ou “Você pode começar amanhã” ou até mesmo “É, você está certo sobre não dever fazer isso. Mas vamos fazer assim mesmo”.
O que esquecemos é que temos uma escolha. Escolhemos de que voz recebemos instruções! Podemos viver nossas vidas realizando o potencial das nossas almas ou podemos sucumbir à gratificação instantânea dos prazeres egoístas, e perpetuar nossos vícios e dependências.
Quando simplesmente nos permitimos desistir de lutar contra aqueles pensamentos que tentam nos puxar para baixo, negamos nosso poder inato de ser a força criativa de nossas vidas.
Ao invés de abrir mão da responsabilidade, podemos escolher lutar. Podemos procurar a Luz para nos ajudar a superar a escuridão. O Criador é uma força proativa de bondade. A Kabbalah nos ensina que se queremos ter qualquer conexão com a Luz, temos que ser mais como a Luz. Quando esses demônios aparecerem, dispare o Desejo de Compartilhar e busque formas de ajudar os outros. Isso trará a Luz para lidar com a escuridão. Esse é o ponto que temos que nos esforçar constantemente para atingir.
O caminho para a Liberdade começa com um entendimento não apenas de que a escravidão existe dentro de nós, como também que não devemos tolerá-la.
Tudo de bom,
Yehuda
Escrito por Roda da Vida às 09h30
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PERDOAR... PARA QUE? Pra que serve o perdão? O perdão oferece a possibilidade de conseguir liberdade e alívio. Quando perdoamos e somos perdoados, nossas vidas sempre se transformam. As doces promessas do perdão são mantidas. E começamos uma nova relação conosco e com o mundo. Vamos fazer um exercicio: Pare alguns minutos e preste atenção nas emoções que a sugestão de perdoar alguém desperta em você. Permita agora que venha à sua mente uma pessoa que você acha que te fez sofrer. O que você acha de perdoar essa pessoa? O que significa para você perdoá-la? O que você teria que fazer para perdoá-la? O que é o Perdão? § Perdão é para você e não para o autor da afronta. § Perdão é recuperar seu poder. § Perdão é assumir a responsabilidade por como você se sente. § Perdão pode melhorar sua saúde física e mental. § Perdão é uma escolha. Perdoar não significa que você deva mudar o seu comportamento. Se eu perdôo um amigo de quem estou afastada, não preciso voltar a ligar para ele – a não ser que eu realmente queira. Para perdoar não é preciso que você comunique verbalmente que a pessoa está perdoada. Talvez as pessoas com quem você esteja mais zangado sejam aquelas que você não pode contatar. Perdoar só precisa de uma mudança na percepção, outra maneira de ver as pessoas e as circunstâncias que nos causam dor e sofrimento. Perdoar é uma decisão de ver além dos limites da nossa personalidade, é ver além dos medos, neuroses e erros. Perdoar é um modo de vida que vai nos transformando aos poucos de vítimas indefesas em poderosos e co-criadores da nossa realidade. O que o Perdão não é: § Perdão não é fechar os olhos para a falta de amabilidade. § Perdão não precisa ser uma experiência religiosa ou sobrenatural. § Perdão não significa se reconciliar com o autor da afronta. § Perdão não significa desistir de ter sentimentos. O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: GUARDAR MÁGOA E RANCOR PREJUDICA À SAÚDE. Alguns estudos revelam que: § As pessoas que demonstram mais inclinação ao perdão têm menos problemas de saúde. § O Perdão gera menos estresse. § O Perdão gera menos sintomas físicos. § Pessoas que culpam outras por seus problemas apresentam índices mais altos dedoenças cardiovasculares e cânceres. § Até as pessoas que sofreram perdas devastadoras podem aprender a perdoar e a se sentir melhor em termos psicològicos e emocionais. Auto-Perdão: O maior desafioAo meu ver, perdoar a si mesmo é o maior desafio que você irá encontrar, é o processo de aprender a se amar e a se aceitar. No auto-perdão, costuma haver uma grande resistência pois ele requer uma mudança significativa, uma morte. Que morte é essa? É um morrer para os velhos habitos, morrer para a culpa, a vergonha e a auto-crítica. Quantas vezes condicionamos o auto-perdão a circunstâncias diferentes do momento? Qual autocrítica você terá de abandonar para poder se perdoar? O auto-perdão é um grande nascimento. Permita-se! Procurando Apoio: Se você sente que existem pendências, ou situações não-resolvidas, que você percebe que não consegue lidar e trabalhar sozinho, não esite, procure o apoio de um psicólogo, é a pessoa mais indicada para facilitar esse processo. (*) Katia Horpaczky é Psicóloga Clinica e Organizacional, Psicoterapeuta Sexual, Familia e Casal, Especialista em Workshops Vivenciais e Jogos Organizacionais, Arte-Terapeuta, Practitioner em PNL. pelo Southern Institute of N.L.P. e pela Society of Neuro Linguistic Programming. E-mail: katia@rodadavida.com.br Tel: (11) 5573-6979
Escrito por Roda da Vida às 08h57
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METAFORA DA VACA Um filósofo passeava por uma floresta com um discípulo, conversando sobre a importância dos encontros inesperados. De acordo com o mestre, tudo que está diante de nós nos oferece uma chance de aprender ou ensinar. Quando cruzavam a porteira de um sítio que, embora muito bem localizado, tinha uma aparência miserável, o discípulo comentou: - O senhor tem razão. Veja este lugar… Acabo de aprender que muita gente está no paraíso, mas não se dá conta disso e continua a viver em condições miseráveis. - Eu disse aprender e ensinar – retrucou o mestre. Constatar o que acontece não basta; é preciso verificar as causas, pois só entendemos o mundo quando entendemos as causas. Bateram à porta da casa e foram recebidos pelos moradores: um casal, três filhos, todos com as roupas sujas e rasgadas. - O senhor está no meio desta floresta, não há nenhum comércio nas redondezas – observou o mestre ao pai de família. Como sobrevivem aqui? E o homem, calmamente, respondeu. - Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Parte desse produto nós vendemos ou trocamos, na cidade vizinha, por outros gêneros de alimentos. Com a outra parte, produzimos queijo, coalhada e manteiga para o nosso consumo. E assim vamos sobrevivendo. O filósofo agradeceu a informação, contemplou o lugar por um momento e foi embora. No meio do caminho, disse ao discípulo: - Pegue a vaquinha daquele homem, leve-a ao precipício e jogue-a lá embaixo. - Mas ela é a única forma de sustento da família! – espantou-se o discípulo. O filósofo permaneceu calado. Sem alternativa, o rapaz fez o que lhe pedira o mestre, e a vaca morreu na queda. A cena ficou gravada em sua memória. Muitos anos depois, já um empresário bem-sucedido, o ex-discípulo resolveu voltar ao mesmo lugar, contar tudo à família, pedir perdão e ajudá-los financeiramente. Ao chegar lá, para sua surpresa, encontrou o local transformado num belíssimo sítio, com árvores floridas, carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou desesperado, imaginando que a humilde família tivesse precisado vender o sítio para sobreviver. Apertou o passo e foi recebido por um caseiro muito simpático. - Para onde foi a família que vivia aqui há dez anos? - Continuam donos do sítio. Espantado, ele entrou correndo na casa, e o senhor logo o reconheceu. Perguntou como estava o filósofo, mas o rapaz nem respondeu, pois se achava por demais ansioso para saber como o homem conseguira melhorar tanto o sítio e ficar tão bem de vida. - Bem, nós tínhamos uma vaca, mas ela caiu no precipício e morreu – disse o senhor. Então, para sustentar minha família, tive que plantar ervas e legumes. Como as plantas demoravam a crescer, comecei a cortar madeira para vender. Ao fazer isso, tive que replantar as árvores e precisei comprar mudas. Ao comprar mudas, lembrei-me da roupa dos meus filhos e pensei que talvez pudesse cultivar algodão. Passei um ano difícil, mas quando a colheita chegou eu já estava exportando legumes, algodão e ervas aromáticas. Nunca havia me dado conta de todo o meu potencial aqui: ainda bem que aquela vaquinha morreu! Atirar a vaca pode ser mudar de ramo de negócio, buscar novas oportunidades, mudar de emprego, fechar um negócio, sair da sociedade que há muito você deseja, enfim, mude… faça algo diferente para descobrir suas reais potencialidades. Mesmo que sua vaca seja bonitinha… talvez esteja na hora de atirá-la no precipício! Que tal…”
Escrito por Roda da Vida às 08h48
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A crise pode ser uma oportunidade de mudança (*) Katia Horpaczky Em chinês e nos negócios, essas duas palavras são uma só. Num momento desfavorável, teremos sempre a chance de escolher: ou renascemos da crise ou nos afundamos nela.Antes de qualquer coisa, vale acreditar que é preciso, sim, preparar-se para crises. Sempre é possível descobrir caminhos promissores mesmo que eles estejam escondidos em momentos desfavoráveis. Isso é o que diz a milenar sabedoria chinesa onde o mesmo ideograma significa crise e oportunidade. Ou seja, a milenar sabedoria chinesa aponta que por trás de cada crise está oculto um momento de oportunidade. É nesses momentos de crise, dificuldade financeira ou mesmo falta de perspectiva, que devemos ficar atentos ao que realmente sentimos e às saídas que a vida nos mostra. Às vezes, as oportunidades ficam ocultas pela nossa inércia, pela desesperança ou até mesmo pelo medo. A crise será uma porta para a auto-descoberta, para o auto-conhecimento a medida que somos forçados a buscar soluções, a rever posições, a arriscar e conquistar novos espaços. Talvez, não porque queremos, mas porque não existe outra possibilidade. Todos nós temos vários talentos. Momentos difíceis são propícios para desenvolver talentos adormecidos e esquecidos. A maior chance de sucesso apóia-se no otimismo e na forma de olharmos as crises. Podemos dizer que a metade do caminho está percorrida se mantivermos o foco positivo na resolução dos problemas e no aprendizado que está embutido na experiência desfavorável, como a cultura oriental, especialmente a chinesa, nos ensina há milênios. Quero salientar que outro cuidado que devemos ter sempre é nunca esquecermos das muitas qualidades e não deixar que a auto-estima fique abalada pelas dificuldades, sejam elas quais forem. As oportunidades surgem de onde menos se espera O “desespero é desperdiçar as oportunidades”, dizia Richard Bach, autor de “Fernão Capelo Gaivota”. As oportunidades que surgem são fruto de nosso empenho, talento, motivação e capacidade de agir e ir à luta. Valorize suas conquistas e não superdimensione os obstáculos e as dificuldades. Para transformarmos a crise em oportunidade precisamos de: . Discernimento para separar as crises reais das imaginárias e distinguir o “simplesmente mudar” do “mudar para melhor”. · Flexibilidade para aprender a curvar-se diante dos fatos mesmo quando confrontados com os argumentos mais sólidos. . Ousadia para tentar e arriscar. · Criatividade fazer diferente para evoluir. · Coragem para dominar o medo, para realizar escolhas, para abdicar da estabilidade infeliz, para combater a hesitação e a acomodação. Você faz o que te dá medo e ganha coragem depois. Não antes. É assim que funciona.
Escrito por Roda da Vida às 11h34
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Escrito por Roda da Vida às 11h32
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DEPRESSÃO - TRISTEZA OU MELANCOLIA Diferenciar a doença "depressão" dos sentimentos de tristeza que a maioria das pessoas enfrenta lá pelas tantas, nem sempre é uma tarefa fácil. Por exemplo, a tristeza que uma pessoa sente ao perder uma pessoa querida não é uma depressão. Se, no entanto essa tristeza impedir o "funcionamento" normal no dia-a-dia ou então estiver causando um grande sofrimento, a coisa muda de figura. De qualquer modo, esse estado é um sinal de perturbação no estado de harmonia e equilíbrio do organismo, que pode se cristalizar como uma doença ou permanecer em graus mais leves, levando a uma perda significativa na qualidade de vida. Lembre-se que o estado de depressão ou tristeza não é um defeito de caráter ou de personalidade. Não é sinal de fraqueza. Não é falta de força de vontade para superar suas dificuldades, e ninguém fica deprimido como uma punição por ter feito "algo de ruim" - uma interpretação errada bastante comum. Independentemente da causa, os sintomas de tristeza e depressão são um novo fator de agressão, formam um "estado tóxico" que retorna ao corpo como um novo problema. Como a pessoa encontra-se debilitada, esse novo problema em geral não encontra solução satisfatória, fechando um ciclo vicioso aonde os próprios sintomas pioram o problema inicial. O que a depressão afeta? A primeira área que a depressão afeta é o humor, que na maioria das vezes (mas não sempre) é experimentado como de tristeza, depressão, melancolia, preocupação e desesperança. As funções corporais no geral estão comprometidas, e são comuns sintomas de perda de apetite e de peso (embora em algumas pessoas ocorra exatamente o contrário), dificuldade com o sono, seja por não conseguir adormecer, ser difícil manter o sono ou ainda acordar mais cedo que o habitual com grande dificuldade em voltar a dormir. Alguns poucos depressivos experimentam o inverso, um aumento nas horas de sono. A energia, o interesse por sexo, a vontade e a iniciativa em realizar coisas diminuem ou desaparecem. A fadiga é muito comum, e podem aparecer sintomas como boca seca, náusea e constipação (ou às vezes diarréia). Algumas vezes aparecem dores misteriosas que parecem ir de um lugar para outro e desaparecem quando a depressão melhora. As mudanças no comportamento podem acontecer para o lado da apatia ou agitação. Muitos evitam contatos sociais, mergulhando no isolamento. Algumas pessoas conseguem trabalhar normalmente, mas sentem-se terrivelmente deprimidas, outras, sentem enorme dificuldade em realizar as atividades do dia-a-dia, como tomar banho, vestir-se, comer ou trabalhar. Alguns tentam disfarçar o sofrimento com um sorriso postiço, mas que infelizmente não convence. As pessoas que estão clinicamente deprimidas, ou as que são apenas mais vulneráveis à depressão, costumam excluir os acontecimentos positivos em sua vida e selecionam os negativos. No geral ficam literalmente ruminando as experiências ruins, que parecem "não sair da cabeça". Também têm grande dificuldade em pensar no "longo prazo", em buscar prêmios e gratificações pelas suas ações no futuro. Como suas emoções estão bastante comprometidas, preferem ter suas necessidades supridas de imediato. O resultado é que qualquer coisa que demore para acontecer demanda um grande esforço. De modo geral, pessoas deprimidas são quase sempre perfeccionistas, acreditam que seu comportamento nunca é tão bom quanto gostariam que fosse. Avaliam suas ações com tal nível de exigência que tornam quase impossível alcançar suas metas. Tendem a avaliar seus resultados em termos de "tudo ou nada", ou seja, ou o comportamento é absolutamente perfeito ou é um completo fracasso, e com grande freqüência colocam padrões de exigência tão elevados que se torna praticamente impossível atingi-los. A sensação quase que permanente de culpa acaba sendo muito comum. Também tendem a se gratificar de modo insuficiente. Se cumprem o que se comprometeram a fazer, isso significa que nada mais fizeram que não a obrigação, muitas vezes interpretando erroneamente o reconhecimento de seus méritos como "orgulho" ou coisa semelhante. Se não conseguem, logo se punem. Essas punições em geral são administradas a si mesmas de modo excessivo. Assim, não é de estranhar que pessoas depressivas evitem qualquer coisa, já que seus padrões são muito exigentes, se alcançados provocam pouca recompensa, e se "fracassados" (ainda que isso signifique um sucesso parcial) são severamente punidos. Por fim, pessoas deprimidas tentem a atribuir erroneamente a origem de seus sucessos e fracassos. O sucesso acontece por conta do acaso ou por ações de outras pessoas, enquanto os fracassos são no geral atribuídos a si mesmas. São comuns também pensamentos de morte e morrer. Se você está se sentindo assim, procure ajuda profissional. Psicoterapia com medicação produz ótimos resultados.
Escrito por Roda da Vida às 10h13
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DIA INTERNACIONAL DA MULHER (*) Katia Horpaczky O que falta para as mulheres deslancharem na carreira sem culpa é estabelecer, logo no início da vida profissional, seus verdadeiros valores. Há um momento específico na carreira em que ocorre uma "bifurcação", que é quando a mulher para e avalia o que está disposta a fazer.Eu defendo a idéia que uma família só caminha bem e feliz se a mulher estiver realizada. Mas como desempenhar tantos papéis - executiva, esposa, mãe, amiga, etc - sem enlouquecer? Com todos papéis para executar, fica quase impossível fazer tudo 100%. Esse é o motivo de maior angustia para nós. Em nenhuma outra época da história a mulher teve de se questionar tanto sobre as suas escolhas como nos dias de hoje. A dúvida e o conflito entre investir seu tempo e seus esforços em uma carreira profissional ou dedicar-se à construção de uma família angustia muitas de nós. Para nós, a vontade natural de ter filhos pode se tornar um problema. A solução para a dúvida entre carreira e maternidade muitas vezes nos parece impossível. Algumas sugestões para as mulheres que pretendem conciliar o trabalho e a família: Imagine que tipo de vida você quer ter aos 45 anos. Se pretende ter filhos (cerca de 86% a 89% das mulheres com salários entre 55 mil e 65 mil dólares anuais querem ser mães) é essencial que você se comprometa com a idéia, e aja rapidamente. - Tenha o seu primeiro filho antes dos 30. O milagre da maternidade tardia, pouco comum, traz muitos riscos e a sua possível não realização, muitas frustrações. - Escolha uma carreira que lhe permita controlar seu tempo. Certas carreiras dão mais flexibilidade e não se ressentem tanto de interrupções. - Escolha uma empresa que se comprometa a ajudá-la a atingir o ponto de equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. Descubra se a empresa tem programas de jornada reduzida e se concede licença com garantia de retorno ao trabalho. Isso é um diferencial muito importante e um sinal de que a empresa tem respeito por você como mãe. É necessário que se tenha um aproveitamento constante do tempo, mantendo sempre o bom humor, a alegria, a perseverança e o desejo de "chegar lá". Não há necessidade de desistirmos dos nossos sonhos, temos que ser menos exigentes com nós mesmas, aceitar as limitações, pedir ajuda principalmente para o marido ou pai do seu filho, família. Mas é muito importante que você não espere que os outros a faça feliz. Apenas você pode desenvolver seu próprio senso de valor. Apenas você pode identificar seu objetivo e percorrer seu caminho em direção à felicidade e ao sucesso, seja ele qual for, como for e aonde for. Procure dentro de você mesma e descubra o que realmente a torna feliz. Faça a distinção entre o que você apenas deseja e aquilo de que verdadeiramente precisa para se realizar como pessoa e depois disso, busque com afinco suas metas e seus objetivos para atingir esta realização. A pessoa não realizada é um ser amargo. Descobrir quem você é de verdade, buscar o caminho da auto-realização, é o maior presente que pode dar não apenas a si mesma, mas a todos que a rodeiam. (*) Katia Horpaczky é Psicóloga Clinica e Organizacional, Psicoterapeuta Sexual, Familia e Casal www.rodadavida.com.br E-mail: katia@rodadavida.com.br Tel: (11) 5573-6979
Escrito por Roda da Vida às 09h39
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O que faz uma mulher se envolver com um homem casado? Envolver-se EMOCIONALMENTE com homem casado é pedir para sofrer? Quem entra neste tipo de relacionamento, querendo algo mais sério que uma aventura passageira, acaba sempre tendo que conviver com a rejeição. SER OU NÃO SER A OUTRA? Ser “a outra” é incômodo, complicado e gera expectativas em excesso. Conhecer uma pessoa casada e se envolver com ela é uma decisão muito difícil. Se você já sabe que ele é casado, resolver se envolver é saber que vai ficar com as migalhas, com os telefonemas escondidos, com os encontros secretos e com o tempo que sobrar na agenda dele. Além disso, terá que respeitar e aceitar a situação de ser “a outra”. O problema é que “a outra” é uma mulher como outra qualquer, e com isso tem sentimentos, tem vontade de formar família e ter um homem só seu. Com isso surge o dilema: quando ele vai largar a "oficial" para ficar comigo? O grande problema é que a grande maioria dos homens não vai largar a mulher. Eles ficam extremamente confortáveis com essa situação. Tem as duas quando mais precisa e importa. O recomendável é você procurar conversar e alinhar as expectativas. Você precisa saber o que esperar dessa relação, a não ser o fato de que mais cedo ou mais tarde serão descobertos. E nesse momento duas coisas podem acontecer: ele largar a esposa e ficar com você o que é mais raro ou implorar eterno perdão à esposa e jurar que nunca mais vai te ver o que mais acontece. Você que é a outra deve estar pensando porque é mais comum ele ficar com a esposa? E a resposta é simples: se ele quisesse ficar apenas com você, já o teria feito. Do jeito que os relacionamentos são hoje em dia, é difícil um marido ficar em casa apenas pelos filhos. Talvez o que possa prendê-lo é a falta de dinheiro para sustentar as duas casas. Mas se não for esse o motivo, é enorme a chance de que ele não saiba o que quer ou que ainda tem sentimentos reais pela esposa. Cabe a você pensar se é isso que deseja para o seu futuro, um homem comprometido que não vai te dar tudo que deseja. Não sonhe que ele será só seu. Converse com você mesma e descubra se é isso que quer para você, se será feliz nessa condição e principalmente se está disposta a correr todos os riscos. Pense você merece um relacionamento inteiro!
Escrito por Roda da Vida às 13h40
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Ansiedade feminina Medo é uma reação a um perigo. Ansiedade é um sentimento de medo, fora de proporção a qualquer perigo real. As mulheres desenvolvem transtornos ansiosos em uma freqüência maior que a masculina. De uma forma geral, a prevalência de transtornos ansiosos femininos, ao longo da vida, é de aproximadamente 30% comparada aos 19% do sexo masculino. Certos tipos de transtornos ansiosos são 2 a 3 vezes mais freqüentes nas mulheres, tais como o transtorno do pânico, fobias específicas e transtorno do estresse pós-traumático Por que as mulheres são mais suscetíveis? 1) Diferença de vulnerabilidade psíquica às oscilações dos níveis hormonais; 2) Vulnerabilidade diferenciada ao estresse mantido, com impacto diferente ao masculino; 3) Fatores relacionados à personalidade, por exemplo, o neuroticismo; 4) Mudanças recentes nos aspectos psicossociais, culturais e comportamentais do universo feminino, por exemplo, realização de múltiplas tarefas simultâneas, maiores exigências no mercado de trabalho quando comparadas aos homens, com inúmeras pressões e ainda discriminações, apesar dos avanços. As mulheres procuram mais os cuidados médicos para o tratamento da ansiedade, consumindo mais tranqüilizantes e agentes psicotrópicos (por exemplo, os antidepressivos). Pesquisas demonstram que as mulheres costumam ser menos resistentes na busca de auxílio, encaram a ajuda médica e psicológica de uma forma natural, cuidam mais da saúde e conseguem relatar uma gama maior de sintomas aos médicos - quando na presença deles. O problema é quando começam a ficar escravas de determinados padrões sociais, culturais e comportamentais ditatorialmente impostos pela sociedade contemporânea. E quando na busca de bem-estar a todo custo começam a seguir receitas de amigas ou familiares, sem uma prescrição de antidepressivo feita pelo psiquiatra. Muitas mulheres procurando tratamento para síndrome pré-menstrual e pânico, na realidade, experimentam uma piora de tais sintomas no pré-menstrual. Outros períodos de vulnerabilidade incluem o pós-parto e a perimenopausa (período ao redor da menopausa, caracterizado por oscilações dos níveis hormonais e por sintomas físicos e psíquicos como os fogachos, tristeza, insônia e irritabilidade). (*) Katia Horpaczky é Psicóloga Clinica e Organizacional, Psicoterapeuta Sexual, Familia e Casal, Especialista em Workshops Vivenciais e Jogos Organizacionais, Arte-Terapeuta, Practitioner em N.L.P. pelo Southern Institute of N.L.P. e pela Society of Neuro Linguistic Programming. Treinada com a metodologia de OUT DOOR TRAINING pela Dinsmore. www.rodadavida.com.br E-mail: katia@rodadavida.com.br Tel: (11) 5573-6979
Escrito por Roda da Vida às 10h15
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A pior coisa que uma mulher faz para um homem: a vergonha - Excluí-lo de decisões importantes: “ Eu disse a minha irmã que passaríamos as férias com eles este ano.”
- Tirar dele a oportunidade de ajudar:(resolvendo todas as tarefas no trabalho ou tomar todas as providências): “ Não se preocupe , eu cuido disso.”
- Corrigi-lo: “ Não foi na quarta passada, foi na quinta-feira.”
- Questionar sua capacidade de avaliação: “ Vai cozinhar esses ovos um de cada vez?”
- Dar conselhos que não foram solicitados: “ Se você desse o telefonema, iria se sentir melhor.”
- Ignorar os conselhos dele: “ Isso é coisa de mulher , você não entende nada disso.”
- Apontar defeitos ou recusas: “Eu queria que você fosse nesse Workshop comigo.” ( E não porque ele iria gostar, mas porque teria “corrigido alguns defeitos dele.”)
- Fazer exigências irreais de tempo e energia: “Depois de calibrar os pneus e pintar a varanda, eu queria que você ouvisse como foi o meu dia.”
- Exagerar na reação (uma forma de criticar as opções ou o comportamento dele): “ Não acredito que você votou nele!”
- Ignorar suas necessidades (basicamente revelar que ele não é importante): “Você não está tão cansado assim; de qualquer forma, ter companhia lhe dará energia.”
- Lembra-lo do que ele não consegue, e não do que consegue: “ Teria sido melhor se você dissesse ‘Desculpe’, para começar.”
- Sonegar elogios: “Bom, não fez mais que sua obrigação.”
- Usar um tom áspero: “ Estou tão cansada disso!”
- Valorizar as necessidades dos outros em detrimento das dele: Dizendo a uma amiga : “ Ah, ele não está tão cansado. Ele pode ir te buscar e te levar para casa depois de nosso encontro.”
- Dizer que os desejos dele não são firmes: “ Se você quisesse mesmo, teria conseguido o aumento.”
- Ser condescendente: “Muito bem, passou sua camisa.”
- Rotulá-lo: “ Você é uma pessoa negativa.”
- Mostrar pouco ou nenhum interesse pelos interesses dele: “ Que graça você vê nisso?”
- Criticar a família: “ Sua irmã nem ofereceu ajuda para limpar a cozinha!”
- Ignora-lo: escolher outros amigos em vez da companhia dele.
- Interpretá-lo: “ O que você realmente quis dizer quando falou que estava cansado é que você não quer me ouvir.”
- Compara-lo a alguém: “ O vizinho está com um carrão.”
- Despreza-lo: “ Tenho que trabalhar.” (Parece que ele não tem trabalho.)
- Concentra-se em sua própria infelicidade: “ Não posso viver desse jeito.”
- Esperar que ele a faça feliz: “Se fizéssemos mais coisas divertidas juntos...”
- Acusações: “ Você me deixa tão irritada que nem consigo pensar direito!”
- Generalizações: “ Você não é capaz de entender!”
- Tentar psicanálise: “ Você está tentando compensar a ausência do seu pai.”
- Projetar sua infelicidade nele: “ Eu me sinto mal quando eu não converso, então você não pode se sentir bem se está silencioso desse jeito.”
Escrito por Roda da Vida às 09h50
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Ame-se, ame o seu corpo. (*) Kátia Horpaczky Gostar de si é estar em paz e ajuda-nos a aceitar e ter prazer com a nossa sexualidade porque ficamos bem com nosso corpo. Se você acredita que é sexy, você é sexy, e sentir-se de fato alegre, vibrante e completamente apaixonada pela vida é um excelente afrodisíaco. O que isso tem a ver com a falta de orgasmos? Esse pode ser um fator decisivo. Se a sua autoestima ou autoconfiança abaixa, pode gerar uma corrente de pensamentos, consciente ou inconsciente, quando estiver fazendo sexo e isso a impedirá de atingir o clímax. Construindo a autoestima Se você sofre de baixa autoestima, você provavelmente não alcançará todo seu potencial na vida, e isso também afetará seu entusiasmo para o sexo e sua capacidade para o prazer, incluindo o clímax. Sejam quais forem as razões para não pensar suficentemente em si mesma e nas suas habilidades, é importante lembrar que pode superá-las ou contorná-las, construir um nível saudável de bem estar, de autoestima e confiança e mantê-la. Você está no comando de sua existência, controla suas atitudes e sua vida. Ninguém mais pode obrigá-la a negar o sentimento de valor próprio se você acredita em si mesma. Essa crença é uma atitude que se escolhe, todos os dias. Comece agora, você é uma pessoa maravilhosa com direito a ser feliz, a se realizar em todos os aspectos inclusive no sexual. Comece hoje nutrindo a autoestima com uma mudança de atitude. Você pode elevar sua autoestima rapidamente de três maneiras: afirmação, razão e comportamento. Eles funcionam melhor em conjunto. Ame-se Se você se ama, será capaz de amar ainda mais os outros. Ame-se e terá percorrido boa parte do caminho para ser feliz com sua sexualidade, sensualidade e capacidade de sentir prazer e chegar ao orgasmo. Ame-se para receber e aceitar o amor daqueles a quem você ama. Uma vez que você pense positivamente sobre si mesma, será muito mais fácil amar-se. O amor nem sempre é espontâneo, e sim uma emoção que escolhemos sentir. A construção completa da autoestima acaba com o pensamento do tipo” o que há para amar em mim?”, e permite que você veja suas inúmeras características adoráveis. Muitas vezes, o amor por si é a chave orgástica, pois, se você não se amar ou achar que não deve se amar, poderá sabotar a habilidade para o clímax ao programar a conexão entre sua mente e seu corpo para não aceitar o prazer. O orgasmo é um presente lindo e incrível que no damos. O melhor amante do mundo não será capaz de ajudá-la a ter ou “dar” um orgasmo se sua mente de alguma forma o rejeita. O amor-próprio também lhe permitirá amar verdadeiramente seu parceiro, em vez de confundir esse amor com carência. Razões tão negativas não servem para o orgasmo __ na verdade, elas não trarão felicidade para qualquer aspecto da vida. Quanto mais você tentar agarrar o prazer sexual e forçar o orgasmo, menor a possibilidade de este acontecer. Por outro lado, se ceder ao amor por quer o amor ardente, incondicional, caloroso e sincero, certamente abrirá as portas para o prazer e a alegria de todas as formas, incluindo o orgasmo. Ame o seu corpo Se alguém quer fazer amor com você, tenho certeza de que é porque a acha bonita, interessante e sensual, quer que você se encaixe nos padrões da beleza, quer não. O que há de mais sensual para seu parceiro é sua disposição para esquecer a aparência e entregar-se ao prazer compartilhado por você. É verdade que os homens se excitam mais visualmente do que as mulheres, logo, adorarão olhá-la. Mas tudo o que querem, o mais rápido possível, e ficar grudados, sentindo seu corpo junto ao deles, seu cheiro, seu gosto e sendo amados por você. Portanto deixe sua inibição de lado, ela não vai te ajudar em nada. Em todos os sentidos, aprecie a beleza de seus corpos enquanto movem-se juntos, mas use-a como um afrodisíaco, nunca como critica ou para desviar a atenção do prazer de fazer amor. E se não há muito do que gostar? Então transforme-se! Seguramente, a maioria de nós, em algum momento ou em diversas vezes na vida, não gosta de alguma característica, algo na aparência, então esse talvez seja o momento de mudar. Comece pensando onde você gostaria de estar, como gostaria de estar e o que gostaria de conquistar. Você talvez queira fazer planos e começar a colocá-los em prática Uma aparência fabulosa e riquezas não nos fazem felizes, a felicidade é uma atitude, um olhar para a vida que vê o que é bom ao nosso redor e entende o lado ruim, o que nos ajuda a apreciar as incontáveis bênçãos e o que nos traz conforto, vitalidade e paixão, a alegria na vida. Assuma o controle de sua vida e de sua atitude para com ela. Kátia Horpaczky Psicóloga Clinica, Psicoterapeuta Sexual, Família e Casal Contatos: katia@rodadavida.com.br
Escrito por Roda da Vida às 12h20
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